junio 13, 2022 por Hernán Moyano - Cine de Género Latinoamericano
Los festivales de cine son engranajes vitales. No solo visibilizan ciertas obras que no siempre encuentran espacio en el mercado de exhibición, sino porque albergan reflexiones sobre el cine y los rumbos que puede tomar y porque reúnen a personas de intereses comunes que, una vez que dialogan, pueden trabajar juntas a favor de la pluralidad y el fomento del cine latinoamericano. En ese sentido, el cine de genero ha encontrado una sinergia entre festivales fantásticos que ha decantado en la formación de la alianza de festivales latinoamericanos, la cual nuclea a muchos de estos espacios que difunden y promueven un cine diferente que en las ultimas dos décadas se ha afianzado y que continua en pleno crecimiento.
Dentro de esta observación, el Cinefantasy – Festival Internacional de Cine Fantástico es una oportunidad única dentro de nuestro escenario de programación cinematográfica. Y una de las cosas que se destaco en la 13ª edición de este evento, que se realizo de manera presencial en São Paulo del 7 al 12 de junio, es que se entregaron los premios de FANTLATAM, la Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantástico, entidad presidida por Mónica Trigo, una de las creadoras del evento y directora general de Cinefantasy.
En palabras de su presidenta, el objetivo de FANTLATAM es “Promover y apoyar el cine fantástico latinoamericano; Compartir experiencias de organización y datos útiles entre los miembros; Compartir y/o intercambiar material audiovisual entre los miembros; Promover y apoyar la creación de otros festivales de cine fantástico en países de América Latina que no los cuenten, a través del intercambio de experiencias organizativas y/o de contenidos audiovisuales; Establecer vínculos de asociación con otros festivales del mundo, así como con otros grupos de festivales de cine dedicados a la misma temática, para intercambiar experiencias y/o obras audiovisuales”
La lectura de esta lista de intenciones deja claro que FANTLATAM es una iniciativa solidaria, de esas que existen para incentivar la consolidación de los eventos que en ella participan, pero también para expandir la celebración del cine fantástico a otros mercados. Nadie construye nada solo, por lo que el principio de esta organización es precisamente generar un espacio adecuado y unificado para pensar cómo los hechos pueden dialogar para crecer juntos, por supuesto, respetando las particularidades y tamaños de cada uno de ellos.
Es claro que los desafíos de una entidad como FANTLATAM son inmensos. Imagínese lo difícil que debe ser pensar en políticas conjuntas para realidades tan diversas como las que tenemos a lo largo del vasto y plural territorio latinoamericano. La mayoría de los países que conforman nuestro vasto continente ni siquiera cuentan con prácticas públicas específicas para fomentar este fantástico cine.
“Nuestra idea es derribar los muros que nos separan. Necesitamos ayudarnos unos a otros, incluso para promover los eventos más nuevos. Es importante que una película de Puerto Rico llegue a Brasil, por ejemplo. Y esta difusión de contenidos es la primera misión que nos proponemos dentro de FANTLATAM. Entiendo que nuestro objetivo como asociación es tener una curaduría común para difundir las películas de manera más eficiente. Considero que esta es una misión casi revolucionaria. Sobre todo porque no solemos seguir toda esta producción latinoamericana con una estructura adecuada. Construir puentes es clave” completa Mónica.
“Dentro del evento queremos construir esta política de metas que considero fundamental, fruto de un diálogo entre 22 integrantes de eventos de cine fantástico en Latinoamérica”. Así, FANTLATAM, la Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantástico, puede convertirse en un paradigma-iniciativa para otros nichos que, por tanto, pueden ganar visibilidad si sus integrantes tienen objetivos comunes. Y, según Mónica, una de las cosas más importantes es evitar las rivalidades, es decir, apuntar exactamente al contrario: el refuerzo conjunto del potencial de cada uno de estos eventos: “Sería una estupidez no convertir en potencia lo que estamos haciendo en América Latina. Permanecer en el universo del territorio es demasiado poco. No es suficiente. Hay algunos festivales que compiten entre sí y eso realmente hay que dejarlo atrás. ¿No es nuestro principal objetivo la difusión? Entonces la disputa cae en el vacío. Me parece inaceptable no dialogar, no construir perspectivas de futuro. Tenemos mucho que hacer. Se trata de tener una unidad continental, de avanzar colectivamente, respetando las diferencias, pero teniendo objetivos comunes” finaliza la flamante directora de la alianza.
13 de junho de 2022, por Hernán Moyano - Cinema de Gênero Latino-Americano
Os festivais de cinema são engrenagens vitais. Eles não apenas dão visibilidade a certas obras que nem sempre encontram espaço no mercado exibidor, como também acolhem reflexões sobre o cinema e seus rumos, além de reunir pessoas com interesses em comum que, ao dialogarem, podem trabalhar juntas pela pluralidade e pelo fortalecimento do cinema latino-americano. Nesse sentido, o cinema de gênero encontrou uma sinergia entre festivais fantásticos que culminou na formação da aliança de festivais latino-americanos, que agrega muitos desses espaços que divulgam e promovem um cinema diferente, que nas últimas duas décadas se consolidou e continua em plena expansão.
Dentro dessa observação, o Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico é uma oportunidade única em nosso cenário de programação cinematográfica. E um dos destaques da 13ª edição do evento, realizada presencialmente em São Paulo de 7 a 12 de junho, foi a entrega dos prêmios da FANTLATAM, a Aliança Latino-Americana de Festivais de Cinema Fantástico, entidade presidida por Mônica Trigo, uma das criadoras do evento e diretora geral do Cinefantasy.
Segundo sua presidenta, o objetivo da FANTLATAM é: "Promover e apoiar o cinema fantástico latino-americano; Compartilhar experiências de organização e dados úteis entre os membros; Compartilhar e/ou trocar material audiovisual entre os membros; Promover e apoiar a criação de outros festivais de cinema fantástico em países da América Latina onde ainda não existam, por meio da troca de experiências organizacionais e/ou de conteúdos audiovisuais; Estabelecer vínculos com outros festivais do mundo, bem como com outras redes de festivais de cinema dedicados à mesma temática, para trocar experiências e/ou obras audiovisuais."
A leitura desta lista de intenções deixa claro que a FANTLATAM é uma iniciativa solidária, daquelas que existem para incentivar a consolidação dos eventos participantes, mas também para expandir a celebração do cinema fantástico a outros mercados. Ninguém constrói nada sozinho, por isso o princípio da organização é justamente gerar um espaço adequado e unificado para pensar como os acontecimentos podem dialogar para crescerem juntos, sempre respeitando as particularidades e tamanhos de cada um.
É evidente que os desafios de uma entidade como a FANTLATAM são imensos. Imaginar políticas conjuntas para realidades tão diversas quanto as da América Latina é uma tarefa complexa. A maioria dos países do continente nem sequer possui políticas públicas específicas para fomentar esse cinema fantástico.
"Nossa ideia é derrubar os muros que nos separam. Precisamos nos ajudar mutuamente, inclusive para promover os eventos mais novos. É importante que um filme de Porto Rico chegue ao Brasil, por exemplo. E essa difusão de conteúdo é a primeira missão que nos propomos dentro da FANTLATAM. Entendo que nosso objetivo como associação é ter uma curadoria comum para difundir os filmes de forma mais eficiente. Considero que essa é uma missão quase revolucionária. Sobretudo porque não costumamos acompanhar toda essa produção latino-americana com a estrutura adequada. Construir pontes é essencial", completa Mônica.
"Dentro do evento queremos construir essa política de metas que considero fundamental, fruto de um diálogo entre 22 integrantes de eventos de cinema fantástico na América Latina." Assim, a FANTLATAM, a Aliança Latino-Americana de Festivais de Cinema Fantástico, pode se tornar um paradigma-iniciativa para outros nichos que, da mesma forma, podem ganhar visibilidade se seus integrantes tiverem objetivos comuns. E, segundo Mônica, uma das coisas mais importantes é evitar rivalidades, ou seja, mirar exatamente o contrário: o fortalecimento conjunto do potencial de cada um desses eventos: "Seria uma estupidez não transformar em potência o que estamos fazendo na América Latina. Permanecer no universo local é muito pouco. Não é suficiente. Existem alguns festivais que competem entre si e isso precisa ser superado. Nosso principal objetivo não é a difusão? Então a disputa é vazia. É inaceitável não dialogar, não construir perspectivas de futuro. Temos muito a fazer. Trata-se de construir uma unidade continental, de avançar coletivamente, respeitando as diferenças, mas com objetivos comuns", finaliza a nova diretora da aliança.
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